sábado, 18 de julho de 2009

Finito la Musica – 287º dia – 15h15 brasil, 20h15 local Frankfurt, Alemanha

Olá marujos!

Consegui! Terminamos a saga que nos propormos a começar há tanto tempo atrás. Em retrospectiva, conseguimos o lunch off com o Maitre´D em Pireus, o que nos rendeu a nossa ida à Atenas. Combinamos com o Clayton e a Roberta (que é uma menina nova do buffet) para irmos lá.

Pegamos o caminho que conhecíamos e quando nos perdíamos perguntavamos aonde deveríamos ir. Tudo o que sabíamos é que nós teríamos que chegar ao metrô. Chegano no metrô a primeira coisa que foi novidade para mim é lance dos bilhetes.

Existe uns postes para validar o bilhete e do lado o guichê. É tudo aberto e só tem um segurança na porta de boa conversando. Tudo a vista para que você passe direto sem pagar, nota, a passagem custa apenas 1 Euro. Olhando mais atentamente você percebe um aviso em inglês e em grego que se o bilhete não for validado e a sautoridades te pegarem você só paga 60 vezes o valor do bilhete.

Como não era a gente que ia se queimar por 2 euros pagamos com prazer! Chegar em Atenas (Acrópolis) é muito fácil de metrô. De Pireus você vai direto até a Estação Ominia e faz a baldeação para a linha que vai para Agios Demetrios, de lá é só descer na terceira estação que é Acrópolis.

Gente, Atenas é fora de série, saindo do metrô você dá de cara com uma fila que é a entrada para a Acrópolis. A entrada é 12 Euros e dá direito a conhecer 6 atrações diferentes. Duas são dentro da própria Acrópolis.

Tenham em mente entretanto que estamos falando só de ruínas, então a primeira impressão que temos é um pouco decepcionante, mas quando você começa a andar e a ver as ruínas do teatro de Demetrios e as estatuas e todo o resto meu Deus. É fora do comum.

Para aqueles que tem pouco tempo, que foi o caso do Clayton e da Roberta, eu aconselho a esqeuecerem tudo. Subirem desesperadamente as ladeiras da Acrópolis para ver o Pathernon. Não existe palavras para descrever o Pathernon que está conservadíssimo. Aliás durante todo o momento você verá dentro dos sítios vários profissionais restaurando e conservando os monumentos.

Aquelas pilastras enormes a menos de um palmo do meu nariz praticamente me forçaram a tocar no mármore, ignorando os bilhões de menagens de Não Toque espalhadas por lá, eu toquei no mármore e levei uma puta bronca dos seguranças.

Nota que o chão do lugar é todo de mármore também, mas bruto sabe? Fantástico, escorrega muito aquilo lá, mas é muito bonito de se ver. De lá fomos para os outros lugares como o Templo de Zeus e Agora Romana que era um centro comercial antigo. Fomos ainda a outros monumentos que eu não me lembro o nome, mas o melhor de tudo é que todos eles são integrados a cidade e isso torna tudo muito mais bonito.

Ontem, nosso último dia, aproveitamos muito o dia em Dubrovinik em que voltamos à praia, apresentei a gruta e a pedra em que os moleques pularam na semana anterior. Dessa vez pintou por lá a maior galera do restaurante, do cleaner e do buffet.

Tiramos várias fotos mas o ponto alto foi o pessoal pulando da pedra de novo e dessa vez eu pulei. Marujos! É absurdo a altura. Parece que você não cai nunca na agua, dá um frio no estômago, o coração acelera e do nada tchibum! Finalmente agua. A emoção é única, fora de série. Pena que não deu pra filmar meu pulo e do Marcelo por que acabou a bateria e a memória da camera da aninha, mas tudo bem.

Meu último sitting foi tranquilo me despedi de todos do restaurante e servi todos com muito prazer. No Final ganhei um grande abraço e uma gorjeta do Bambang. Minha última. 40 euros! Muito bom, nem esperava tudo isso.

Hoje de manhã nem fomos trabalhar e nos aprontamos e seguimos todos os procedimentos de desembarque. Que claro teve que ter alguma enrolação por parte da organização do navio que não achava de jeito nenhum uma parte da bagagem minha que eu tinha deixado na gangway, mas no fim deu tudo certo.

Pegando as passagens duas surpresas. Um que eu e a aninha iamos em vôos diferentes e o outro é que ela recebeu um 4º Warning e portanto foi desembarcada. Apesar do susto não teve nada demais e a passagem dela já estava em mãos e um Shuttle Bus nos trouxe até o Aeroporto de Veneza.

Na pesagem, nada fora do normal fora o fato que eu tive que comprar mais uma mala para dividir o peso. Crew Members como nós marinheiros tem direito de levar até duas passagens com 23 quilos cada. A minha sozinha estava com 30.

Do aeroporto de Veneza me despedi da Aninha e vim para cá, Frankfurt mais uma vez, e agora estou aqui esperando meu vôo. Aqui em Frankfurt está tudo tranquilo. Tem muitos brasileiros esperando o vôo para voltr para casa. Daqui a pouco espero ver todos vocês!

Adeus MSC MUSICA! Até mais marujos!

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